Submissão IV SEAM 2026
Registro de submissão do trabalho acadêmico referente ao projeto ARES para apresentação no IV Simpósio Gaúcho de Engenharia Aeroespacial e Mecânica (SEAM 2026).
Detalhes do Evento
Section titled “Detalhes do Evento”- Evento: IV SEAM 2026 – Simpósio Gaúcho de Engenharia Aeroespacial e Mecânica
- Data do Evento: 10, 11 e 12 de Novembro de 2026
- Instituição Sede: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
- Modalidade: Abstract
- Data da Submissão: 26 de agosto de 2026
- Eixo Temático / Área: Eletrônica e Controle
Informações do Trabalho
Section titled “Informações do Trabalho”Título: ARES: Adaptive Resilient Emergency System — Rede Mesh Aérea Autônoma para Restauração de Comunicação Pós-Desastres
Autores
Section titled “Autores”- Fernando Dorneles da Silva (Universidade Federal de Santa Maria - UFSM) —
fernando.dorneles@ecomp.ufsm.br - Júlia Maria Bechaire (Universidade Federal de Santa Maria - UFSM) —
julia.bechaire@acad.ufsm.br - Marina de Arruda Carilo Loro (Universidade Federal de Santa Maria - UFSM) —
marina.loro@acad.ufsm.br - Pedro Lopes Rodrigues (Universidade Federal de Santa Maria - UFSM) —
pedro-rodrigues.1@acad.ufsm.br
Resumo Submetido
Section titled “Resumo Submetido”O projeto ARES (Adaptive Resilient Emergency System) consiste no desenvolvimento de uma infraestrutura descentralizada de comunicação assíncrona voltada a restaurar a troca de mensagens de emergência georreferenciadas em regiões isoladas por desastres naturais. Em cenários de colapso de telefonia e energia elétrica, o sistema opera por meio de uma rede ad-hoc de drones e nós terrestres (FANET/Mesh), dispensando internet ou servidores centrais. A arquitetura fundamenta-se em três pilares funcionais: auto-descobrimento periódico de vizinhos via beacons; reconfiguração autônoma de papéis (Access Point, Repetidor ou Gateway) por gatilhos de energia e enlace; e armazenamento local tolerante a falhas (Store-and-Forward / DTN) com banco de dados em modo Write-Ahead Logging, assegurando a retenção de dados até o restabelecimento de rotas. O tráfego adota filas preemptivas rígidas, nas quais alertas de socorro de prioridade máxima (P0) sobrepõem-se à telemetria convencional sem descarte silencioso. Com nós de borda projetados para operar em condições severas (grau de proteção IP67 e flutuabilidade), o ARES emprega veículos aéreos como Data Mules para drenagem e transporte físico de pacotes. O sistema fornece uma solução resiliente e acessível para apoiar a Defesa Civil e equipes de resgate em momentos de crise.
Palavras-chave: Rede Mesh; Desastres Naturais; FANET; Tolerância a Atrasos; Computação de Borda;